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TITULO1_CLIENTES

DULCE RAMOS
“Não era um cão como os outros. Era um cão rebelde, caprichoso, desobediente, mas um de nós, o nosso cão, ou mais que o nosso cão, um cão que não queria ser cão e era como nós”.
Alegre, Manuel - Cão como nós
♥
Com muito amor, hoje e sempre.
♥ cão (AKIRA)
Muito obrigada a todos os profissionais da clínica, em especial ao Dr. Luis Cruz, Dra. Carmen, Dra. Márcia , Dr. Sérgio e Sandra.
SOFIA GRAÇA
Fica aqui um agradecimento profundo ao Dr. Luís Cruz e restante equipa desde a recepção, enfermeiras e auxiliares que sempre trataram tão bem o meu Mike.
Foi detectado ao Mike um\"shunt\" depois de ter deixado de urinar.
Foi um processo complicado e uma cirurgia arriscada mas o Mike recuperou muito bem.
Hoje com oito meses é um cão normal, óbvio que requer de alguns cuidados na alimentação mas está óptimo e nem parece que levou um cirurgia.
Um bem aja a toda a equipa do hospital e em especial ao Dr. Luís Cruz que sempre nos explicou tudo muito bem e nos deu uma palavra de esperança quando já não a tinhamos.Obrigado!!!
INÊS CENTENO
OBRIGADA, não ha palavras para agradecer tudo o que fizeram pela AFRO. Para além do vosso profissionalismo todo o carinho e dedicação. OBRIGADA do fundo do coração a toda a equipa.
Drª Carmem sei que está de férias e que vai ficar muito triste de não encontrar a Afro mas o mais importante foi tudo o que fez por ela, um grande beijinho.OBRIGADA
Drº Sérgio tambem foi dos que acompanhou mais a Afro, sabemos que ela foi um grande exemplo para todos nós. OBRIGADA
Drª Cristina não a conheço pessoalmente quero lhe dizer que foi 5 estrelas nos ultimos momentos da vida da Afro, OBRIGADA pelas suas palavras e por todo este acompanhamento no momento mais difici. Muito dificil estar no seu lugar.OBRIGADA
OBRIGADA DRº LUIS e PARABÉNS por esta equipa fantastica.
BEM HAJAM

SOFIA PIMENTA
Estou há uns diaspensar como se agradece a quem, de forma inexcedível, acolheu e tratou o nosso melhorAmigo. Continuo sem saber.
Deixo-vos estaspalavras que poderão publicar - na totalidade ou parte - no vosso site, como meu testemunho, seassim entenderem.
Na minha memória,está a competência inequívoca, o profissionalismo, o serviço de excelência e adedicação de todos, sem excepção, que integram a equipa do Hospital Veterináriodas Laranjeiras. No meu coração, está o que vai muito para além de tudo o querefiro; está a forma tão disponível, sensível, e muito carinhosa como trataramo Mozart.
Mozart foi-meoferecido em Julho de 2003 com um mês e meio. Cabia numa mão. Uma ternura.
Foi crescendo, econquistou-me de tal forma que ocupou o lugar de meu melhor Amigo. Tive muitasorte. Foi um cão maravilhoso.
Encheu-me o coraçãocom a sua energia boa, alegria, companhia doce e mimos. Deu-me tanto, semesperar nada. O maior dos ensinamentos, entre tantos outros que me deixou.
Com pouco menos denove anos começou a ter uma tosse persistente e, durante dois meses, numa outraclínica veterinária, começou a tratar o que, aparentemente, levava a crer seriauma pneumonia. Ao fim destes dois meses, era necessária a deslocação a umveterinário duas vezes por dia e, pela proximidade de casa, o HospitalVeterinário das Laranjeiras seria a solução.
Não foi uma solução,foi uma bênção. Encontrámos neste hospital uma equipa que, sem excepção,acolheu e tratou o Mozart de forma ímpar. E acreditem, antes de eu perceber,Mozart deu sinais, abanando a cauda, e saltando para o colo dos que tão bem oacolheram. Sabemos que os cães não mentem, a reacção é primária, sempre …
Neste hospital,Mozart fez imediatamente uma série de exames, uma cirurgia delicada, e esteveinternado 18 dias. Rapidamente se confirmou que não tinha uma pneumonia, massim uma situação bem mais grave; Mozart não teria vida longa, mas a vossapreocupação foi, além de lhe proporcionar o maior dos confortos, reduzindo aomínimo o seu sofrimento, tentar sempre mais. Um empenho imenso no tratamento doMozart.
Depois, já em casa,estando eu de férias, com o privilégio da companhia do Mozart, num período queintuí seria uma despedida, viemos duas vezes por dia ao hospital fazerdrenagens.
Vivemos um dia decada vez, com os cuidados médicos irrepreensíveis, as vossas palavras deconforto, e com a colaboração do Mozart sempre tão querido, a aguentar tudo comaquela expressão generosa, evitando mostrar qualquer sofrimento; uma expressãode enorme gratidão, e paz. Uma lição, eu acho.
Ao fim desteperíodo, Mozart começou a dar sinais de sofrimento, e decidimos, os donos, quenão queríamos que passasse por isso. Foi pensando só nele, porque acreditem,mesmo doentinho, a companhia do Mozart era adorável.
Mozart“adormeceu” no passado dia 16 de Janeiro. Lindo, e muito tranquilo,juntinho dos donos e do Dr. Luis Cruz, cuja sensibilidade, e atenção nesse momento, não esquecerei nunca.
Tive um contactomuito próximo com este hospital durante um mês; período curto, verdade, mas deuma intensidade imensa.
Com toda agratidão, guardo no meucoração a partilha de alegrias e preocupações durante um período de grandedesafio para vós como profissionais, para o Mozart como doente e para os donosdo Mozart.
Guardo os vossossorrisos quando viam o Mozart a recuperar, comendo por ele próprio, andando commais energia, abanando a cauda, ou ladrando aos cães grandes que tanto“stress” lhe causavam. Guardo o vosso ar preocupado, e lágrimascontidas, quando estava menos bem.
Guardo os detalhese delicadezas que tiveram, em todos os aspectos.
Guardo o cuidado eemoção com que se despediram do Mozart.
Guardo a formasimpática e tão querida como me receberam quando fui ao hospital já depois doMozart ter “adormecido”.
Tenho muitassaudades do Mozart. Faz-me falta.
Depois de umprocesso tão doloroso, ficam memórias lindas, a tranquilidade de tudo ter sidofeito para tratá-lo, e o consolo de saber que foi um cão felicíssimo.
E fica mais. Fica o enorme privilégio de voster conhecido; pessoasmaravilhosas que em cada gesto põem o que são, aquilo em que acreditam. Quetrabalham com Amor. Exemplar.
A todos, semexcepção, médicos veterinários, enfermeiras, recepcionista, e auxiliares,obrigada.
Um abraço eterno.Até breve.
DONOS DA MARIA E DA NINA
Só agora é que tive oportunidade de ver a Maria no v/site. No entanto não queremos também de deixar-vos uma mensagem de agradecimento por tudo o que fizeram. Foram tempos muito dificeis para nós, chorámos baba e ranho, mas agora parece que a própria Maria tem uma vida muito própria que ela agarra com toda A FORÇA. A sua alegria e hiper-actividade é algo fora do comum, e parece que agora ainda se agarra mais á vida. Mereceu a pena termos corrido o risco. Ela sobreviveu. Obrigado a todos.Obrigado especial ao Prof. Luís Cruz.
ALEXANDRE GONÇALVES E MARGARIDA
Ola a todos.Eu sou o Felix. Estava aqui no Hospital á espera de um lar fofo para ir, quando conheci este casal que 2 semanas antes tinha ficado sem o gatinho deles, o Gastão. Antes de continuar, os meus donos querem falar: ... O nosso bem haja a toda a equipa que acompanhou Gastão, muito obrigada por tudo.........., voltei, como podem ver pela foto tenho um amiguinho mais velho o Golias que tem muita paciência para me aturar. Sou um traquinas!!! Obrigada por tudo!!
HELENA JACOB
Em nome da familia Jacob, queremos agradecer à Drª Marcia João, o carinho que prestou ao Mogli, no seu último dia de vida, permitindo-lhe uma morte com toda a dignidade felina.
DULCE CRUZ
O meu reconhecimento e agradecimento ao Dr. Luís Cruz, pela perícia e persistência que revelou, ao realizar à minha cadela Maya, uma endoscopia com sucesso, que permitiu retirar o caroço de pêssego que tinha alojado no estômago.
Foi graças a esta intervenção eficaz, que a Maya foi protegida de uma cirurgia ao estômago, com todas as implicações daí decorrentes.
Um Bem Haja, a si e toda a Equipa.
Muito Obrigada
Dulce Cruz
CLÁUDIA FERNANDES
Obrigada por tudo, mesmo!!!!E desculpem o mau feitio da Juba!!!
PEDRO GONÇALVES DA COSTA
Em Março de 2001, sem pré-aviso, o Matisse entrou pela minha casa e pela minha vida dentro. Chegou e de imediato se comportou como se a casa sempre tivessesido sua. Foi a primeira revelação do seu carácter: confiante, despreocupado, curioso, simpático, vendo em qualquer pessoa ou gato com que se cruzava um novo amigo e eventual parceiro de brincadeira. Às vezes teve más surpresas, reacções agressivas de quem ele contava poder ser um novo amigo. Mas nunca deixou queisso o mudasse: da próxima vez, lá estava ele outra vez curioso, confiante e disponível para travar amizade.
Amigo da comida e de um bom raio de sol, com esta atitude despreocupada atravessou uma década de vida, desfrutando a companhia que tinha, recebendo e oferecendo mimo, espalhando uma sensação de bem-estar apenas com a sua presença.
A 2 meses de completar 10 anos, a insuficiência renal manifestou-se. Com a mesma atitude de sempre, submeteu-se colaborante a todos os tratamentos, aceitou as novas rotinas por eles exigidas, e, embora, mais debilitado, continuou a gozara vida, pedindo e dando ainda mais carinho. Nas alturas de agudização da doença, mantinha um interesse por tudo e uma vivacidade inabituais. Até que oorganismo começou a deixar de responder aos tratamentos, a doença a levar a melhore as forças a esgotarem-se.
Sem sobressaltos e sem agitação, como sempre atravessou a vida, o Matisse deixou-nos por fim no dia 18 de Agosto de 2011, não sem ter conseguido um bónus de 9 meses de vida graças à sua capacidade de luta e aos conhecimentos,capacidades, profissionalismo e dedicação de todos que o acompanharam nesta fase da vida no Hospital Veterinário das Laranjeiras, do Dr. Luís Cruz à equipa que o acompanhou quotidianamente – Drs. Márcia, Carmen, Sérgio, Rita, Mariana,Cláudio, Francisco e Ana Cristina, Enfermeira Juliana, Sandra, Catarina e restante pessoal auxiliar, de quem recebeu os cuidados médicos e de enfermagem que precisava, mas também a atenção, dedicação, disponibilidade e carinho que tanto ajudaram, ao Matisse e a mim, a lidar com este período difícil. A todos queria expressar o meu profundo reconhecimento. Não querendo ser injusto para os restantes, não posso deixar de destacar em particular todaa atenção e dedicação que ao longo destes meses recebeu da Dra. Márcia João e da Enfermeira Juliana Pereira.
A todos obrigado.
MÓNICA SOUSA DURÃO
Obrigado por tudo. Graças a vocês o Napoleão ainda tem 6 vidas muito longas para viver... Obrigado!
VERA SANTOS
Ron-rons do Lucky a toda a equipa! Obrigado pelo excelente trabalho =)
DONOS DO GARFIELD
Os donos do Garfield deixaram-nos esta foto amorosa.
MISHU
Mishu ao colo da sua dona!
DONOS DA NALA
A presença da Nala na nossa vida foi algo inesperado, mas que logo nos fez agarrá-la e qerer protegê-la como se fosse um novo membro da nossa família. (...) No dia em que lhe aconteceu aquele pequeno acidente (ingestão de um osso que ficou a provocar obstrução) ficámos preocupados e quissemos o melhor para ela. Dormia connosco e sempre que ficava mal disposta iamos logo agarrá-la e dávamos-lhe festinhas para mostrar que estávamos ali e que nada ia correr mal. Infelizmente o problema tornou-se grande e lá fomos nós lançados para a Clínica Veterinária onde lhe fizeram um RX. No dia seguinte não houve melhoras e fomos até ao Hospital Veterinário das Laranjeiras para fazer uma endoscopia. Esse exame ia custar-nos caro, mas era isso ou a Nala partiria. Infelizmente a remoção do osso não foi possível por endoscopia e teve de se faze cirurgia. Hoje aí está ela, quase boa, prestes a vir para casa novamente e nós com um orgulho enorme de toda a equipa que a ajudou e que nos ajudou também compreendendo a situação e as dificuldades, tendo uma atitude Humana e amiga perante tudo isto! Um obrogado não chegará para pagar tudo aquilo que fizeram pela nossa mais pequenina...são concerteza pessoas que ficarão sempre no nosso coração que estaremos eternemante gratos!
Obrigado mais uma vez ao Dr. Luis e a toda a Equipa que acompanhou este caso!
Obrigado
SOFIA SOUSA
A Tsuki era uma gatinha de rua que costumava vir atrás de nós. No dia em que nos apercebemos que tinha cancro mamário resolvemos acolhe-la. Depois de duas operações em que lhe foram retiradas as cadeias mamárias, o cancro regressou. Nessa altura foi nos sugerido fazer quimioterapia. O que nos deixou mais preocupados na altura foi pensar que ela iria sofrer à semelhança do que acontece com os humanos, mas o Médico Veterinário explicou que o mesmo não acontece com os gatos. De facto quer durante quer depois do tratamento a Tsuki mostrou-se sempre bem-disposta, a brincar, a pedir festinhas como se não estivesse a fazer o tratamento. Não lhe caiu o pêlo e não perdeu o apetite. A única alteração foi a côr do pêlo que mudou de preto para um castanho-escuro.
Depois disto tudo, a Tsuki foi novamente operada para uma limpeza mais profunda e desde Agosto de 2010 que se encontra bem.
LEONOR FERREIRA
Um muito obrigada Dr. Sérgio e à equipa por salvar a vida ao meu Ziggy.
Leonor Ferreira
ANDREIA SAMPAIO
Os meus parabéns pela equipa que tratou do meu Faneco. Sou uma cliente há mais de 2 anos!
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