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Ecografia
A ultrasonografia permite obter informações sobre o tamanho, forma, localização e arquitectura dos tecidos moles da estrutura ou do órgão avaliado. Permite ainda obter detalhes da estrutura interna que não são obtidos por radiografia e é extremamente útil na realização de punção aspirativa por agulha fina ou biópsias (ecoguiadas).
 
Apesar da ultrasonografia não constituir o exame complementar adequado para a avaliação do esqueleto axial, apendicular e crânio, como é a radiografia, ainda assim permite obter alguma informação na avaliação de músculos, tendões, articulações e órbita.
 
Os ultra-sons caracterizam-se por ondas sonoras de frequência superior ao valor máximo audível pelo ser Humano. As frequências habitualmente utilizadas no diagnóstico por ultra-sons variam entre os 2-10 MHz, adequando-se conforme a região anatómica a explorar.
 
A sonda do ecógrafo possui no seu interior cristais pizoeléctricos que emitem os ultra-sons. Os ultra-sons propagam-se pelos vários tecidos, uma parte é reflectida e outra atravessa-os. Os que são reflectidos designam-se por ecos. Os ecos são criados à medida que as ondas de som penetram nos vários tecidos e dependem essencialmente da diferença de capacidade de propagação do som entre os vários tecidos. Quanto maior for essa diferença, maior é o eco resultante. A velocidade com que os ultra-sons penetram em cada tecido depende da sua densidade.
 
Os ecos que são reflectidos por tecidos mais profundos retornam à sonda mais tarde do que aqueles que são reflectidos por estruturas mais próximas. Os ecos gerados e recebidos pela sonda do ecógrafo são representados por pontos que são transformados numa imagem em escala de cinzas. Os ecos de baixa intensidade serão apresentados próximo do preto, enquanto ecos de elevada intensidade serão apresentados próximo do branco. Respectivamente, as estruturas a que correspondem esses ecos serão designadas de hipoecogénicos e hiperecogénicas. A ausência de eco é designada por anecogénico.
 
A realização do exame ecográfico implica um jejum de sólidos de cerca de doze horas de forma a reduzir a quantidade de alimento e gás no tracto gastrointestinal de forma a ser possível uma melhor avaliação das várias estruturas.
Por ser um meio complementar de diagnóstico não invasivo e que não provoca desconforto nem dor, na maioria dos casos não é necessário que o animal seja sedado. No entanto, em animais mais stressados ou irrequietos, a sedação pode beneficiar a visualização das estruturas anatómicas.
A preparação do paciente deve ainda incluir a tricotomia do pêlo (corte) da região que se pretende avaliar. Após a tricotomia deverá aplicar-se um gel próprio para garantir um bom contacto e transmissão dos ultra-sons da sonda aos tecidos/órgãos a avaliar.
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