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CONSULTA DE EXÓTICOS
Consulta pós-compra
Nesta primeira consulta, para além do animal ser pesado e ser alvo de um exame físico completo, são habitualmente pesquisados parasitas nas fezes e discutidos todos os cuidados de maneio e alimentação a ter com essa espécie em particular.
As espécies sem dimorfismo sexual (machos e fêmeas idênticos), podem ser sexadas, recolhendo-se uma amostra de penas/sangue e enviadas para um laboratório especializado, onde os cromossomas são analisados para identificar o sexo.
É conveniente proceder também ao rastreio de algumas doenças.
Consulta de rotina anual
Uma vez por ano, todos os animais devem ser pesados e sujeitos a um exame médico completo e um exame fecal, de forma a detectar eventuais problemas de saúde. Nalguns casos pode ser necessário a sua desparasitação. São também referidos outros cuidados a ter e dados conselhos sobre maneio e alimentação.
Dr. Filipe Martinho
| Aves |
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Alimentação equilibrada
Cada espécie deve ter uma alimentação específica e adaptada. Para a
maior parte das espécies em cativeiro – Psitacídeos, canários e
tentilhões – dietas à base de sementes estão contra-indicadas, pelo
seu elevado conteúdo calórico e por serem desprovidas de vitaminas e
minerais; deve ser preferido um granulado adaptado a cada espécie,
suplementado com legumes e fruta. Algumas espécies poderão
necessitar de suplementos adicionais.
Nas consultas pós-compra e anuais todos estes pormenores são
discutidos.
Maneio adequado
A maior parte das espécies de aves exóticas são mantidas em gaiolas,
podendo ser mantidas no interior ou exterior das habitações. Algumas
aves podem passar algum tempo fora da gaiola, sob vigilância, mas o
uso de poleiros e correntes presas a uma anilha está desaconselhado.
É necessário alguma atenção quanto ao material usado na construção
da gaiola, nos poleiros, comedouros e bebedouros. Geralmente,
papagaios e periquitos necessitam de ter vários brinquedos (em
madeira ou corda) na gaiola.
Reconhecer sinais de doença
As aves tendem a disfarçar que se apresentam doentes, só
demonstrando sinais clínicos geralmente em fases avançadas da
doença. Qualquer ave que se apresente abatida, sem apetite, com
olhos semi-cerrados, com dificuldades respiratórias, diarreia,
vómitos ou qualquer comportamento anormal deve ser examinada
imediatamente. Por vezes, também ocorrem traumatismos, como unhas
partidas, feridas com perda de sangue ou fracturas, que também
requerem atenção imediata.
Problemas de saúde comuns:
Infecções respiratórias
Qualquer ave com dificuldades em respirar, ruídos respiratórios
anormais, alterações ou perda da voz ou corrimento nasal deve ser
examinada rapidamente. As causas para estes problemas são variadas e
incluem infecções causadas por bactérias, vírus ous fungos – algumas
espécies de papagaios são particularmente susceptíveis a uma doença
chamada Aspergilose, causada por um fungo.
Intoxicações
Muitos alimentos e objectos presentes em casa são potencialmente
tóxicos para aves de companhia. Alimentos como o abacate, cebolas e
chocolate são potencialmente perigosos, podendo levar inclusivamente
à morte do animal. São ainda particularmente comuns intoxicações por
metais pesados, como o chumbo e zinco, presentes em objectos
caseiros comuns. Uma ave intoxicada pode apresentar-se abatida, com
diarreia, vómito ou alterações neurológicas.
Picacismo
Todas as aves mudam regularmente as penas e cuidam diariamente da
sua plumagem. No entanto, alguns indivíduos, especialmente
papagaios, periquitos e cacatuas, podem começar a arrancar
compulsivamente as próprias penas. As causas para este problema são
variadas e incluem dietas incorrectas, infecções da pele, problemas
comportamentais associados ao stress mas também patologias do
aparelho reprodutor e mau funcionamento do fígado.
Clamidiose, Psitacose ou Ornitose
A mesma doença, reconhecida por estes três nomes é causada por uma
bactéria, Chlamydophila (Chlamydia) psittaci e pode infectar
potencialmente qualquer espécie de ave. Os sintomas são extremamente
variáveis e muitos animais podem ser portadores. O diagnóstico pode
ser complexo e geralmente implica análises ao sangue. É importante
diagnosticar atempadamente esta doença, já que para além de poder
levar à morte do animal, pode ser transmitida ao homem.
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| Coelhos |
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Alimentação
A dieta deve consistir em:
- Feno de ervas à discrição
Evitar feno de alfafa para coelhos adultos, pois é muito rico em
cálcio e calorias, mas pode ser dado a coelhas em lactação ou
láparos em crescimento.
- Vegetais frescos (1 taça por dia)
Seleccionar 3 tipos diferentes por dia: rama de nabo, folhas de
bróculos, couves de bruxelas, cenouras, folhas de couve,
endívias, pimentos verdes, salsa, alface, aipo, folhas de dente
de leão, etc.
- Granulado para coelho
Se optar por granulado à base de alfafa (geralmente com 18 % ou
mais de fibra) deve-se dar ¼ de taça por dia; se for granulado à
base de ervas (27 % de fibra) pode-se dar até ½ taça por dia.
Evitar granulado que contenha sementes ou cereais.
- Fruta
Em quantidades muito limitadas (1 a 2 colheres de sopa por dia):
maçã, pêssego, ameixa, pera, melão, papaia, morangos, ananás
Evitar frutos ricos em açucar (ex: banana, uvas)
- Alimentos a evitar
Cereais, pão, sementes, nozes, bolachas- nunca devem ser dados.
Maneio adequado
Geralmente é preferível manter só um indivíduo, visto por vezes
surgirem disputas territoriais e agressividade em grupos de animais.
No caso de se manterem vários coelhos juntos, pode ser necessário
castrar os machos ou esterilizar as fêmeas, não só para evitar
problemas de agressividade mas também para controlo de população. A
gaiola deve ser o maior possível, com o fundo liso (evitar fundos em
rede) coberto com feno ou aparas de madeira. Deve-se evitar o
litter para gatos.
O bebedouro deve ser do tipo garrafa que se suspende de um dos lados
da gaiola; devem ser evitados bebedouros em forma de taça, visto a
água se poder entornar ou ser contamina com restos de comida ou
excrementos.
A exposição diária a algumas horas de sol é benéfica. Contudo,
deve-se ter cuidado visto os coelhos toleraram mal temperaturas
altas.
Diariamente deve-se reservar algum tempo para brincar com o seu
animal e deixá-lo andar fora da gaiola. Estas incursões ao exterior
devem ser sempre feitas sob vigilância, visto serem animais curiosos
que frequentemente ingerem corpos estranhos ou roem cabos
eléctricos.
Reconhecer sinais de doença
Um coelho que apresente diminuição ou perda total de apetite (com
mais de 24 horas de duração), diminuição ou ausência de produção de
excrementos, diarreia, corrimento ocular ou nasal, tumefacções na
face, mau estado da pelagem ou perda de peso deve ser examinado
rapidamente.
Problemas de saúde comuns:
Problemas dentários
Devido a terem todos os dentes (incisivos e molares) de crescimento
contínuo, é comum ocorrerem situações de sobrecrescimento dentário.
Um coelho com este problema apresenta perda de peso, dificuldade em
alimentar-se, excesso de salivação e, por vezes, infecções oculares
ou abcessos na face. Pode ser necessário aparar e corrigir
regularmente os dentes com o animal sob sedação.
Problemas digestivos
Por vezes os coelhos desenvolvem diarreia, cólicas ou dificuldade em
defecar. A maior parte destes problemas estão relacionados com
dietas inadequadas ou problemas dentários e requerem atenção
imediata.
Infecções respiratórias
Em situações de stress, como mudança de alojamento, novos animais em
casa ou outras situações, ou associado a problemas dentários, alguns
coelhos desenvolvem infecções no aparelho respiratório. Os sintomas
incluem espirros, corrimento nasal, dificuldades respiratórias e o
problema pode evoluir rapidamente para uma pneumonia ou infecções
oculares, se não for diagnosticado e tratado atempadamente.
Encefalitozoonose
Os coelhos podem ser portadores de um parasita microscópico,
Encephalitozoon cuniculi, e quando ficam doentes, podem
apresentar problemas neurológicos, como tremores, convulsões ou
paralisia dos membros, lesões oculares ou mau funcionamento renal.
Visto este ser um parasita potencialmente transmissível ao homem,
animais suspeitos devem ser rapidamente examinados e tratados.
Cuidados Veterinários recomendados:
Deve ser feita uma consulta anual, onde cada coelho é pesado, é
realizado um exame físico completo, com particular atenção aos
dentes e discutidos cuidados de maneio e alimentação.
Os coelhos devem ainda ser vacinados contra a Mixomatose e Doença
Viral Hemorrágica, que são duas doenças mortais e altamente
contagiosas exclusivas dos coelhos. Esta vacinação é feita partir
dos dois meses de idade, sob seguimento do Médico Veterinário.
É também aconselhado desparasitar todos os coelhos contra parasitas
internos.
De modo a controlar a reprodução ou a eliminar comportamentos
agressivos, é por vezes aconselhada a castração dos machos. A
esterilização cirúrgica (ovario-histerectomia) das fêmeas é também
recomendada, como forma de prevenção de doenças do aparelho
reprodutor, visto que a partir dos 3 anos de idade a incidência de
cancro do útero aumenta significativamente.
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| Chinchilas |
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Alimentação
A dieta deve consistir em:
- Feno de ervas- dado à vontade, deve consistir a base da
dieta.
- Granulado para chinchilas- deve conter 18 a 20 % de
proteínas, 2 a 3 % de gordura e 9 a 10 % de fibra. Diariamente,
devem ser dadas quantidades controladas.
- Outros alimentos- devem ser dadas pequenas quantidades (1
colher de sopa/chinchila/dia) de um destes alimentos (variando
todos os dia): frutos secos, passas, nozes, sementes de
girassol, vegetais frescos, cenouras ou fruta.
Durante a época de reprodução e gravidez é aconselhado um
suplemento de vitamina E.
Problemas de saúde comuns
Doenças de pele
São relativamente comuns nesta espécie infecções causadas por fungos
da pele (dermatofitíases ou tinhas), que levam à formação de peladas
em qualquer zona do corpo. Alguns destes fungos podem ser
transmitidos a outras espécies, incluindo o Homem.
Problemas dentários
Devido a terem todos os dentes (incisivos e molares) de crescimento
contínuo, é comum ocorrerem situações de sobrecrescimento dentário.
Uma chinchila com este problema apresenta perda de peso, dificuldade
em alimentar-se, excesso de salivação e, por vezes, infecções
oculares ou abcessos na face.
Problemas digestivos
Por vezes as chinchilas desenvolvem diarreia, cólicas ou dificuldade
em defecar. A maior parte destes problemas estão relacionados com
dietas inadequadas e requerem atenção imediata.
Traumatismos
Por serem animais bastante activos ou por andarem à solta pela casa,
por vezes as chinchilas magoam-se. As lesões podem ser simples ou
bastante graves, como fracturas, e necessitarem de cuidados médicos
urgentes.
Cuidados veterinários recomendados
As chinchilas são habitualmente animais bastante saudáveis. No
entanto, é aconselhável uma consulta de rotina anual, onde cada
chinchila é pesada, examinada, com especial atenção à parte
dentária, e dados conselhos sobre o seu maneio e demais cuidados.
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| Porquinhos da Índia |
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Alimentação
Uma dieta rica em fibra é essencial para um porquinho-da-índia
saudável. Estes podem-se mostrar relutantes em experimentar
alimentos novos, podendo levar até 1-4 semanas até os aceitarem.
Estes novos alimentos devem ser introduzidos gradualmente na dieta
de modo a evitar alterações gastro-intestinais.
Uma característica única dos porquinhos-da-índia é não serem capazes
de sintetizarem vitamina C. Deste modo, esta tem de ser fornecida
através dos alimentos.
- Feno de ervas (50 % da dieta)
O feno de alfafa não é recomendado para animais adultos porque é
rico em cálcio e calorias, mas pode ser oferecido à vontade a
fêmeas grávidas ou animais em crescimento.
- Vegetais frescos (oferecer duas vezes por dia)
Principalmente vegetais de folhas escuras: couve, rama de nabo,
agrião, espinafres, folhas de bróculos, dentes de leão, etc.
As cenouras devem ser oferecidas apenas como guloseima.
- Granulado para porquinho-da-índia
Não oferecer granulado para coelho ou outra espécie de roedor,
nem granulados que contenham sementes ou nozes.
O granulado deve ser comprado de novo a cada 30 dias pois o seu
conteúdo em vitamina C desaparece rapidamente.
- Suplementos de vitamina C
Alimentos ricos: citrinos, pimentos, espinafre, aipo, salsa (um
quarto de laranja diariamente assegura as suas necessidades
diárias).
A vitamina C pode ser dada directamente à boca sob a forma de
xarope ou na água da bebida (que deve ser mudada diariamente).
- Guloseimas
Se não tiver excesso de peso, pode-se dar pequenas quantidades
de frutos ricos em fibra: maçã, pêssego, ameixa, pêra, melão,
papaia, morangos, ananás. Evitar frutos ricos em açucar como a
banana ou uvas. Nunca dar cereais, pão, bolachas, sementes ou
nozes.
Maneio adequado
É preferível uma gaiola com as dimensões mínimas de 30x60x30 cm. O
fundo deve ser liso (e não em rede metálica) e coberto por feno ou
aparas de madeira, que devem ser mudados semanalmente. Deve-se
evitar o “litter” de gato. A água deve ser fornecida em bebedouros
em forma de garrafa, que se penduram de um dos lados da gaiola.
Os porquinhos-da-índia toleram muito mal temperaturas elevadas.
Deve-se por isso colocá-los em local fresco mas não exposto a
correntes de ar.
Reconhecer sinais de doença
Os porquinhos podem desenvolver problemas tais como infecções
respiratórias, doenças de pele, infecções urinárias e uterinas.
Qualquer porquinho que apresente sinais de doença e que não coma
nada há mais de 24 horas deve ser examinado rapidamente.
Problemas de saúde comuns
Problemas dentários
Devido a terem todos os dentes (incisivos e molares) de crescimento
contínuo, é comum ocorrerem situações de sobrecrescimento dentário.
Um porquinho com este problema apresenta perda de peso, dificuldade
em alimentar-se, excesso de salivação e, por vezes, infecções
oculares ou abcessos na face. Pode ser necessário aparar e corrigir
regularmente os dentes com o animal sob sedação.
Problemas digestivos
Por vezes os porquinhos desenvolvem diarreia, cólicas ou dificuldade
em defecar. A maior parte destes problemas estão relacionados com
dietas inadequadas ou problemas dentários e requerem atenção
imediata.
Carência em vitamina C
A falta de vitamina C pode levar a diversos problemas tais como
inflamações das gengivas e problemas dentários, doenças de pele e
problemas articulares. Porquinhos doentes geralmente necessitam de
uma suplementação extra de vitamina C.
Cuidados veterinários recomendados
É aconselhada uma consulta de rotina anual, em que cada porquinho é
pesado e é alvo de um exame físico completo, com especial atenção
aos dentes, e dados conselhos sobre o seu maneio e demais cuidados.
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| Répteis |
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Hoje em dia é possível manter em cativeiro uma grande variedade de
espécies de Répteis, sendo os mais comuns:
- Tartarugas aquáticas (géneros Graptemys, Pseudemys)
- Tartarugas terrestres (géneros Testudo, Geochelone,
Homopus)
- Iguana-verde (Iguana iguana)
- Dragão-barbudo (Pogona vitticeps)
- Gecko-leopardo (Eublepharis macularis)
- Camaleão-do-iémen (Chamaeleo calyptratus)
- Cobra-do-milho (Elaphe guttata)
- Piton-real (Python regius)
Alimentação
Cada espécie deve ter uma alimentação específica e adaptada. Existem
espécies estritamente herbívoras, como a iguana-verde e as
tartarugas terrestres, espécies exclusivamente carnívoras, como
todas as serpentes e espécies omnívoras, como o dragão-barbudo, que
se alimenta de insectos e vegetais.
A maior parte dos répteis deve ter a sua dieta suplementada com
vitaminas e minerais, de modo a prevenir problemas nutricionais. No
entanto, vitaminas em excesso também podem ser prejudiciais para a
saúde dos animais.
Nas consultas pós-compra e anuais todos estes pormenores são
discutidos.
Maneio adequado
As espécies aquáticas são mantidas em aquários ou aquaterrários e as
espécies terrestres em terrários. As dimensões, orientação (vertical
ou horizontal) e decoração variam muito de uma espécie para outra.
Todos os Répteis necessitam de uma ou mais fontes de calor (tapete
térmico, lâmpada de cerãmica, lâmpada de infra-vermelhos), que
garanta uma temperatura adequada à espécie e uma lâmpada de
ultra-violeta, que deve ser renovada de 6 em 6 meses. É necessário
fornecer alguma humidade, que varia conforme a espécie.
Todos estes pormenores são discutidos nas consultas pós-compra e de
rotina.
Reconhecer sinais de doença
Os répteis tendem a disfarçar que se apresentam doentes, só
demonstrando sintomas geralmente em fases avançadas da doença.
Qualquer animal que se apresente abatido, sem apetite, com olhos
semi-cerrados, com dificuldades respiratórias, diarreia, vómitos ou
qualquer comportamento anormal deve ser examinada com alguma
brevidade. Traumatismos como feridas, fracturas de um membro, da
carapaça ou da cauda requerem atenção imediata.
Problemas de saúde comuns:
Disecdise ou retenção de pele
Todos os répteis mudam regularmente a sua pele. Por vezes, alguns
animais apresentam dificuldades em realizar este processo
fisiológico e podem reter fragmentos de pele que, conforme a sua
localização, podem levar à perda de dedos, da cauda ou infecções
oculares. As causas deste problema estão geralmente associadas a um
maneio incorrecto ou parasitas externos e requer um tratamento
específico.
Doença óssea metabólica
Répteis com dietas inadequadas, sem suplementação vitamínica ou
mineral ou sem exposição a radiação ultra-violeta, podem desenvolver
dificuldade de mineralização do esqueleto e apresentar deformações
dos membros, coluna ou carapaça, atrasos de crescimento e
dificuldades na locomoção. O tratamento inclui não só a
administração de cálcio, mas uma modificação de todo o maneio, para
além de corrigir complicações médicas.
Retenção de ovos
É comum para muitas espécies, dadas as condições de maneio e dieta
adequadas, reproduzirem-se em cativeiro. Mesmo fêmeas que nunca
estiveram em contacto com um macho podem produzir ovos (inférteis).
Por vezes, é possível resolver estas situações com medicamentos,
induzindo a postura dos ovos mas frequentemente, estes têm de ser
removidos cirurgicamente.
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Para esclarecimentos contacte-nos para 21 727 0945 ou geral@vetlaranjeiras.com
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